A rotação interna do fêmur sobre a tíbia, com joelho inicialmente em flexão lesiona predominantemente o corno posterior do menisco
- lateral de forma radial
- medial de forma radial
- lateral de forma longitudinal
- medial de forma longitudinal
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Conceito-chave
Rotação relativa é o detalhe do enunciado. Se o fêmur gira internamente sobre a tíbia fixa, a tíbia está girando externamente em relação ao fêmur. Em um joelho fletido e apoiado, a torção associada à compressão pode prender o corno posterior do menisco medial entre as superfícies articulares.
Por que o medial é vulnerável. O menisco medial é menos móvel que o lateral devido às conexões capsulares e ao ligamento colateral medial profundo. Seu corno posterior não escapa tão facilmente da compressão e do cisalhamento. O padrão clássico descrito nessa situação é a ruptura longitudinal, paralela às fibras circunferenciais; se extensa e deslocada, pode formar uma alça de balde.
Não confunda os traços. Uma ruptura radial cruza as fibras circunferenciais e prejudica a transmissão das cargas, mas não é o padrão pedido pelo mecanismo clássico desta questão. O mecanismo real de uma lesão individual só pode ser correlacionado com exame e imagem, não deduzido com certeza de uma única direção de rotação.
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