A osteocondrite dissecante do joelho na criança,
- geralmente é bilateral
- o tratamento de escolha é cirúrgico
- a RM isolada define a estabilidade da lesão
- um diagnóstico diferencial são centros de ossificação anômalo
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Conceito-chave
Nem toda irregularidade é doença. Na criança, a ossificação dos côndilos femorais pode ser irregular, sobretudo em regiões posteriores. Esses centros ou variantes de ossificação podem parecer uma osteocondrite dissecante na radiografia. A comparação com sintomas, localização, cartilagem e edema ósseo na ressonância evita rotular uma variante do desenvolvimento como lesão que precise de tratamento.
A osteocondrite juvenil é diferente da adulta. Com a fise aberta, uma lesão estável tem maior chance de cicatrizar. O tratamento inicial costuma incluir redução de impacto, acompanhamento clínico e por imagem. Fragmento deslocado, instabilidade demonstrada ou falha do tratamento conservador mudam a estratégia.
A ressonância ajuda, mas não decide sozinha. Sinais como líquido entre o fragmento e seu leito, defeito cartilaginoso e cistos podem sugerir instabilidade. Na criança, alguns desses sinais têm especificidade limitada; a interpretação deve integrar exame e radiografias, e a avaliação artroscópica pode esclarecer casos selecionados.
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