São consideradas situações ideais que propiciam a cicatrização do reparo meniscal
- Associação com lesão do ligamento cruzado anterior, lesão aguda e lesão periférica
- Lesão aguda, lesão periférica e lesão radial
- Lesão periférica, lesão radial e associação com lesão do ligamento cruzado anterior
- Lesão radial, associação com lesão do ligamento cruzado anterior e lesão aguda
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Conceito-chave
A vascularização orienta a reparabilidade. A irrigação meniscal chega principalmente pela periferia, a chamada zona vermelha. Uma ruptura periférica e recente tem maior potencial biológico de cicatrização do que uma lesão central crônica e degenerativa. O padrão longitudinal vertical também costuma oferecer bordas mais favoráveis à sutura.
O contexto do LCA. Meniscos suturados durante reconstrução concomitante do ligamento cruzado anterior apresentam bons resultados. A estabilização do joelho protege o reparo, e a perfuração óssea libera sangue e células para a articulação. A simples presença de LCA rompido, se o joelho permanecer instável, não é fator benéfico.
Lesão radial exige nuance. A ruptura radial interrompe as fibras circunferenciais responsáveis por converter compressão em tensão. Por isso era considerada de pior prognóstico, sobretudo se avascular. Técnicas atuais permitem reparar diversas lesões radiais completas e de raiz; o padrão radial não é sinônimo automático de meniscectomia, apenas não compõe a situação ideal proposta pela banca.
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