Paciente masculino, 25 anos, vítima de acidente motociclístico. Na lesão isolada do ligamento cruzado posterior, o mecanismo de lesão característico é

- o trauma direto na fossa poplítea.
- a torção do joelho com valgo e rotação externa.
- a queda com o joelho fletido com o pé em flexão plantar.
- a queda com o joelho fletido com o pé em flexão dorsal.
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Conceito-chave
Duas formas de empurrar a tíbia para trás. O LCP impede a translação posterior da tíbia. Uma pancada na tuberosidade tibial com o joelho fletido, como no painel do carro, é um mecanismo típico. Outro é cair diretamente sobre o joelho fletido com o pé em flexão plantar: a região anterior da tíbia bate no chão, recebe força posterior e pode romper o ligamento mesmo sem torção importante.
A imagem é da lesão, não da queda. Na ressonância sagital apresentada, a seta destaca a região posterior da incisura onde se avalia o LCP; há alteração de sinal e aspecto do ligamento compatíveis com lesão no contexto descrito. A imagem por si só não informa se o pé estava em flexão plantar ou dorsal no acidente. Esse detalhe vem da comparação dos mecanismos nas alternativas.
Distinguir as forças. Trauma direto na fossa poplítea aplica força de trás para frente, contrária à translação que o LCP resiste no mecanismo clássico. Valgo com rotação externa chama atenção para lesões mediais e eventualmente combinadas. A dorsiflexão do pé muda o ponto de contato na queda e não é a descrição tradicional da lesão isolada do LCP, embora traumas reais possam combinar posições e forças.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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