Paciente masculino, 25 anos, vítima de acidente motociclístico há 2 semanas. Apresenta escoriação na tuberosidade tibial. Refere dor na região anterior do joelho ao subir escadas e discreto falseio durante a marcha. A principal hipótese diagnóstica é a

- luxação reduzida do joelho.
- lesão do canto posterolateral.
- lesão do ligamento cruzado anterior.
- lesão do ligamento cruzado posterior.
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Conceito-chave
O mecanismo aponta para o LCP. Em uma colisão, o joelho fletido pode receber impacto direto na face anterior da tíbia proximal. A escoriação sobre a tuberosidade tibial marca exatamente a região golpeada; a força empurra a tíbia para trás em relação ao fêmur e tensiona o ligamento cruzado posterior. É a lesão clássica do painel do automóvel, que também pode acontecer em acidentes de moto.
Como interpretar esta radiografia. As projeções frontal e de perfil mostram o joelho sem uma fratura evidente que explique o quadro. A relação posterior da tíbia no perfil pode levantar suspeita de afundamento, mas uma radiografia simples, sem estresse padronizado ou comparação contralateral, não confirma isoladamente a ruptura do LCP. A hipótese se fortalece pela história e pelo exame: gaveta posterior a 90 graus, sinal de Godfrey e teste do quadríceps ativo. Ressonância avalia a continuidade ligamentar e lesões associadas quando necessário.
Por que a dor pode ser anterior. A tíbia posteriorizada altera a mecânica femoropatelar e pode gerar dor ao subir escadas, além de sensação de falseio. Em trauma de alta energia, sempre se examinam também colaterais, canto posterolateral e integridade neurovascular; uma luxação reduzida exige investigação se houver sinais de lesão multiligamentar, não apenas pelo mecanismo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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