A rotura do tendão do quadríceps femoral é mais comum na contração
- excêntrica com apoio do pé.
- excêntrica sem apoio do pé.
- concêntrica com apoio do pé.
- concêntrica sem apoio do pé.
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Conceito-chave
O pé está apoiado e o joelho recebe o peso do corpo enquanto o quadríceps tenta resistir à flexão. Esse carregamento é excêntrico, e corresponde ao mecanismo mais comum descrito para a ruptura quadricipital: alternativa A.
Na contração excêntrica, o músculo produz força enquanto é alongado pela carga. O resumo descreve contração forte contra a carga súbita do corpo, com joelho fletido. A tentativa de impedir a queda pode, portanto, sobrecarregar um tendão já degenerado mesmo num evento de baixa energia (Rockwood, 10ª ed., cap. 60, “Rupturas do tendão quadricipital e do tendão patelar”).
O quadricipital rompe mais acima dos 40 anos, em degeneração ou doença sistêmica. A presença de pródromos e fragilidade ajuda a entender por que nem toda contração semelhante causa uma lesão: o mecanismo de carga e a condição do tecido participam do problema.
O exame busca perda de extensão ativa ou incapacidade de manter o joelho estendido contra a gravidade. Alguma extensão pode persistir se parte dos retináculos ficou íntegra, o que impede excluir ruptura apenas por um pequeno movimento. A avaliação deve procurar defeito e relacioná-lo à radiografia e, quando necessário, a exames tendíneos.
Na Biblioteca, leia o mecanismo junto dos sinais. “Excêntrica” não significa força fraca; significa resistir a uma carga que continua alongando o conjunto.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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