Na instabilidade patelar o sinal do cruzamento é observado na tróclea do tipo.
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Conceito-chave
O que é o cruzamento. Na radiografia de perfil verdadeiro, a linha que representa o fundo da tróclea cruza o contorno anterior dos côndilos femorais. Isso indica perda da profundidade normal do sulco proximal e é uma pista de displasia troclear, importante fator anatômico de instabilidade patelar. O alinhamento radiográfico deve ser adequado, porque um perfil rodado pode dificultar a leitura das linhas.
Uma classificação depende de mais sinais. Na versão atual de Dejour, o tipo A tem cruzamento e tróclea rasa; o B acrescenta esporão supratroclear e tróclea plana; o C acrescenta duplo contorno por assimetria das facetas; o D reúne esporão, duplo contorno e aspecto de penhasco. Assim, todos podem apresentar cruzamento. Versões antigas numeradas classificavam a tróclea por outra lógica, o que impede traduzir automaticamente "tipo II" para "tipo B".
Na clínica. Além da forma troclear, avaliam-se patela alta, distância entre tuberosidade tibial e sulco troclear, eixo, torção e integridade do ligamento patelofemoral medial. O tratamento não é escolhido por um sinal isolado na radiografia.
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