A ruptura do ligamento patelar é mais comum em pacientes
- acima de 40 anos, na tuberosidade da tíbia
- abaixo de 40 anos, na tuberosidade da tíbia
- acima de 40 anos, no polo inferior da patela
- abaixo de 40 anos, no polo inferior da patela
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Conceito-chave
O tendão patelar rompe mais frequentemente abaixo dos 40 anos e na inserção no polo inferior da patela. É a alternativa D. Idade e localização formam duas pistas independentes; reconhecer apenas uma delas deixa metade da pergunta sem resposta.
O tendão liga o ápice da patela à tuberosidade da tíbia. A ruptura proximal é a mais comum na descrição, como avulsão, associada à menor rigidez das fibras na inserção e à maior deformação no polo inferior. A ruptura distal na tuberosidade é a menos comum (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 60, “Rupturas tendíneas” e “Tendão patelar agudo”).
A comparação com o quadricipital ajuda: ele rompe mais acima dos 40 anos, em degeneração ou doença sistêmica. São distribuições habituais, não barreiras que impeçam uma ruptura patelar num paciente mais velho. A frequência deve orientar a hipótese, enquanto o exame confirma onde o mecanismo perdeu continuidade.
Na ruptura completa do patelar, os retináculos costumam também se romper e a extensão ativa se perde. O quadríceps pode puxar a patela para cima sem a oposição do tendão, produzindo patela alta na radiografia. Localização da dor, defeito, extensão e imagem precisam ser relacionados, em vez de usar idade como diagnóstico.
No resumo da Biblioteca, compare os dois tendões e depois a inserção patelar. A diferença anatômica explica tanto o local de falha quanto a direção da alteração da altura.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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