Na reconstrução do LCP, a complicação mais comum é a
- lesão nervosa
- perda da flexão
- dor patelofemoral
- instabilidade residual
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Conceito-chave
Depois de reconstruir o LCP, o joelho pode melhorar e ainda conservar frouxidão posterior. Entre as complicações listadas, a instabilidade residual é a resposta D. Recuperação clínica e normalização de todos os testes não são a mesma coisa.
O LCP é o principal restritor da posteriorização da tíbia. Reconstruí-lo exige restaurar sua posição e tensão, mas também reconhecer o que mais rompeu. Se o canto posterolateral permanece insuficiente, a reconstrução isolada do LCP deixa mais translação posterior residual. O enxerto não consegue substituir sozinho toda a contenção perdida (Rockwood, 10ª ed., cap. 61, “O que costuma sobrar depois”).
Na série de 35 reconstruções combinadas dos cruzados citada pelo resumo, Lachman e pivot shift normalizaram em 94%, enquanto a gaveta posterior normalizou em apenas 46%. São resultados dessa série combinada, não uma taxa universal de falha de toda reconstrução isolada do LCP.
Rigidez também merece prevenção e tratamento. O capítulo pondera que um joelho um pouco frouxo, mas móvel, pode funcionar melhor que um firme com artrofibrose. Isso não é licença para aceitar instabilidade grosseira: é motivo para equilibrar estabilidade, movimento e reabilitação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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