A osteocondrite dissecante do joelho é mais frequente em:
- meninos e no côndilo femoral medial
- meninos e no côndilo femoral lateral
- meninas e no côndilo femoral medial
- meninas e no côndilo femoral lateral
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Perfil epidemiológico. A osteocondrite dissecante do joelho aparece com mais frequência em meninos e adolescentes ativos, embora meninas também sejam afetadas. A lesão envolve osso subcondral e pode comprometer a cartilagem sobrejacente. O côndilo femoral medial é o local mais comum, frequentemente em sua face lateral, próxima à incisura intercondilar; o côndilo lateral e a articulação patelofemoral são localizações menos frequentes.
Como suspeitar. Dor relacionada a atividade, derrame e, quando há fragmento instável, travamento ou sensação de corpo livre podem aparecer. Radiografias com incidência intercondilar ajudam a mostrar a lesão; ressonância avalia o fragmento e a cartilagem. O sinal de Wilson, dor ao estender o joelho com a tíbia rodada internamente que melhora com rotação externa, é clássico, mas sua ausência não exclui o diagnóstico.
Maturidade e estabilidade orientam o tratamento. Lesões estáveis com fise aberta têm maior chance de cicatrizar com redução do impacto e seguimento. Instabilidade, corpo livre ou falha de tratamento conservador sustentado levam à discussão de perfuração, fixação ou restauração da superfície, conforme o fragmento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo