Na lesão do ligamento cruzado posterior, a complicação pós-operatória mais comum é a:
- lesão vascular
- lesão neurológica
- redução do arco de movimento
- necrose do côndilo femoral medial
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Conceito-chave
Reconstruir não encerra o tratamento. Após reconstrução do LCP, imobilização, dor, edema e fibrose podem reduzir o arco de movimento, sobretudo a flexão. A reabilitação precisa recuperar mobilidade sem deixar a tíbia cair posteriormente nem sobrecarregar o enxerto. Rigidez importante pode exigir mobilização ou liberação de aderências.
Outra sequela frequente. A frouxidão posterior residual pode persistir apesar de melhora funcional. Túnel mal posicionado, lesão posterolateral não tratada, fixação e alongamento do enxerto contribuem. A curva aguda do enxerto no túnel tibial transtibial, chamada de killer turn, é um dos problemas biomecânicos discutidos; técnicas de fixação posterior direta procuram evitá-la.
O que é raro e grave. Artéria poplítea e nervos ficam próximos do trabalho na face posterior da tíbia. Lesão neurovascular é potencialmente devastadora, mas menos frequente que perda de movimento ou frouxidão residual. Osteonecrose do côndilo femoral medial não é a complicação pós-operatória típica que orienta esta escolha.
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