Na instabilidade patelar, o esporão supratroclear com tróclea plana é classificada por DEJOUR como:
- tipo A
- tipo B
- tipo C
- tipo D
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Conceito-chave
O que o perfil mostra. A classificação de Dejour descreve a displasia da tróclea femoral, fator anatômico importante para luxação lateral da patela. Na radiografia em perfil verdadeiro, o sinal do cruzamento indica que o fundo troclear encontra a linha anterior dos côndilos. O esporão supratroclear é uma proeminência proximal que pode dificultar o encaixe da patela; o duplo contorno revela assimetria das facetas.
Os quatro tipos. No tipo A, há tróclea rasa com sinal do cruzamento, mas sem esporão ou duplo contorno característicos. No tipo B, a tróclea é plana ou convexa e existe esporão supratroclear. O tipo C reúne sinal do cruzamento e duplo contorno, com faceta medial hipoplásica e faceta lateral convexa, sem o esporão típico. O tipo D combina cruzamento, esporão e duplo contorno, produzindo o aspecto de penhasco na imagem axial.
Aplicação clínica. Os tipos B e D representam displasia de alto grau com esporão, mas a indicação de trocleoplastia não decorre apenas da letra: depende de instabilidade recorrente, maturidade esquelética, cartilagem e outros fatores anatômicos.
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