Na lesão do ligamento cruzado anterior, a reconstrução com enxerto quádruplo de tendões flexores do joelho apresenta:
- maior taxa de rotura e pior posicionamento anatômico no fêmur
- menor taxa de rotura e melhor posicionamento anatômico no fêmur
- menor taxa de rotura e pior posicionamento anatômico no fêmur
- maior taxa de rotura e melhor posicionamento anatômico no fêmur
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Conceito-chave
Duas decisões diferentes. A reconstrução do LCA exige escolher um enxerto e posicionar seus túneis nos locais anatômicos de inserção. O enxerto quádruplo de flexores usa, em geral, semitendíneo e grácil dobrados. O patelar osso-tendão-osso incorpora blocos ósseos nas extremidades. Ambos podem ser colocados anatomicamente quando o cirurgião perfura e confere adequadamente os túneis; a técnica de perfuração femoral é uma variável própria.
O compromisso entre enxertos. Os flexores evitam parte da dor anterior e do desconforto para ajoelhar associados à retirada do tendão patelar, mas o diâmetro pode variar e a fixação depende da integração de tecido mole ao osso. Em alguns estudos, especialmente com pacientes jovens e esportes de pivô, o patelar apresenta menos falhas; essa tendência não autoriza afirmar que todo enxerto de flexores rompe mais. Idade, atividade, diâmetro, lesões associadas, fixação e reabilitação também contam.
Como ler esta questão. A banca atribuiu aos flexores maior taxa de rotura e melhor posicionamento femoral, provavelmente contrastando técnicas tradicionais de reconstrução. Para raciocinar na prática, não confunda essa comparação histórica com uma regra anatômica: um túnel mal posicionado continua mal posicionado com qualquer enxerto.
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