Na instabilidade patelar, o ângulo Q aumentado determina vetor de força:
- lateral à articulação femoropatelar à medida que o joelho é fletido
- medial à articulação femoropatelar à medida que o joelho é fletido
- lateral à articulação femoropatelar à medida que o joelho é estendido
- medial à articulação femoropatelar à medida que o joelho é estendido
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Conceito-chave
De onde vem o vetor. O ângulo Q relaciona a linha da espinha ilíaca anterossuperior até o centro da patela com a linha da patela até a tuberosidade tibial. Ele representa, de modo simplificado, a direção resultante da tração do quadríceps e do tendão patelar. Quando aumenta, a componente lateral da força sobre a patela também tende a aumentar; isoladamente, porém, o ângulo Q não diagnostica instabilidade.
A fase vulnerável. Perto da extensão completa, a patela ainda tem pouco contato e pouca contenção óssea na tróclea. Nos primeiros graus de flexão ela começa a se encaixar no sulco; por volta de 20 a 30 graus, esse apoio melhora. Assim, o vetor lateral se torna clinicamente mais relevante quando o joelho se aproxima da extensão. Displasia troclear, patela alta, lateralização da tuberosidade e lesão do ligamento patelofemoral medial modificam esse equilíbrio.
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