Sobre a discite e a osteomielite vertebral na criança, segundo o Tachdjian, é correto:
- são processos contíguos, quase inseparáveis, mas numa série as crianças com discite eram mais novas (média de 2,8 anos) e com menos febre (28%) que as com osteomielite vertebral (média de 7,5 anos, febre em 79%)
- a discite acomete crianças mais velhas que a osteomielite vertebral
- a febre alta é mais comum na discite
- a coluna responde por cerca de 20% das osteomielites da criança
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Conceito-chave
Uma criança pequena que de repente não quer andar nem sentar, sem febre alta, pode ter uma infecção do disco. Uma criança maior, febril e com dor nas costas, faz pensar mais no corpo vertebral.
O que o Tachdjian diz (cap. 23). A discite e a osteomielite vertebral são condições praticamente inseparáveis, um processo contíguo na maioria das crianças. A patogênese é a semeadura bacteriana do disco ou da placa terminal durante uma bacteremia transitória. Uma série, porém, comparou os dois quadros:
| Discite | Osteomielite vertebral | |
|---|---|---|
| Idade média | 2,8 anos | 7,5 anos |
| Duração dos sintomas | 22 dias | 33 dias |
| Febre acima de 38,9 °C | 28% | 79% |
A frequência. A coluna responde por cerca de 2% das osteomielites e discites da criança.
Na prática. A avaliação e o tratamento são parecidos: antibiótico e repouso, com investigação por ressonância. A distinção ajuda a entender a apresentação, não a mudar o tratamento.
Por que esta questão foi criada. É uma gêmea da questão do TEOT sobre a idade e a febre na osteomielite vertebral comparada à discite.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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