Paciente apresentando Síndrome da Imunodeficiência Adquirida está na sala de centro cirúrgico para procedimento. Durante o procedimento cirúrgico desse paciente deve-se
- utilizar apenas instrumentos afiados.
- usar um bisturi somente para incisões na pele, a seguir tesoura e eletrocautério.
- realizar sutura simultânea da mesma camada por dois membros de uma equipe.
- preferir o uso de agulhas cortantes de sutura.
- realizar gestos o mais apressado possível.
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Conceito-chave
Na sala cirúrgica, o objetivo é operar com precisão e reduzir oportunidades de acidente com sangue, sem mudar a qualidade do cuidado por causa da sorologia do paciente. A pergunta menciona síndrome da imunodeficiência adquirida, mas a regra de segurança não começa quando se descobre um resultado de HIV: precauções-padrão se aplicam a todos os pacientes. Instrumentos perfurocortantes, sangue e tecido devem ser manejados como possíveis fontes de exposição em qualquer operação.
Um bisturi é útil para abrir a pele, mas manter lâminas afiadas em todas as etapas pode criar ocasiões adicionais de corte acidental. Quando a etapa técnica permitir, tesoura e eletrocautério podem substituir novas incisões com lâmina. Essa é a lógica da alternativa B, não uma ordem absoluta de abandonar o bisturi depois da pele. A escolha deve permanecer compatível com hemostasia, visualização e segurança do tecido operado.
O cuidado mais amplo envolve comunicar e controlar a passagem de perfurocortantes, usar uma zona neutra em vez de entregar lâminas e agulhas diretamente de mão em mão quando apropriado, considerar dupla luva e agulhas rombas onde forem tecnicamente viáveis. A AAOS recomenda evitar que duas pessoas suturem a mesma ferida simultaneamente, pois a sobreposição de mãos e agulhas aumenta o risco de perfuração. Trabalho mais rápido não equivale a trabalho mais seguro: pressa favorece movimentos imprecisos.
A melhor resposta é, portanto, a que reduz o uso desnecessário de instrumentos cortantes. Ela deve ser lida como exemplo de técnica prudente, nunca como tratamento diferente ou discriminatório para uma pessoa que vive com HIV.
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