Na haste intramedular da fratura da tíbia proximal, para controlar o valgo e o procurvato, os parafusos de bloqueio no fragmento proximal são colocados, respectivamente,
- ântero-posterior, lateral à haste, e médio-lateral, posterior à haste.
- ântero-posterior, medial à haste, e médio-lateral, anterior à haste.
- ântero-posterior, lateral à haste, e médio-lateral, anterior à haste.
- ântero-posterior, medial à haste, e médio-lateral, posterior à haste.
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Conceito-chave
Na tíbia proximal, a haste pode seguir um caminho errado dentro de um canal largo. Os parafusos Poller estreitam esse caminho: contra o valgo, ficam laterais à haste, de anterior para posterior; contra o procurvato, ficam posteriores à haste, de medial para lateral. A alternativa A combina os dois controles.
Pense no parafuso como uma barreira colocada onde a haste não deve passar. Na metáfise proximal, ela não encontra o encaixe cortical da diáfise e não corrige sozinha a redução. O ponto medial e o trajeto de medial para lateral favorecem valgo; o fio posterior, somado à tração do aparelho extensor, favorece ápice anterior (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “Parafusos de bloqueio”).
O Poller anteroposterior lateral impede que a haste ocupe o lado lateral distal do fragmento proximal. Para o plano sagital, o parafuso mediolateral posterior impede um caminho posterior. A direção de passagem do parafuso e o lado em que ele fica são informações diferentes, ambas necessárias para entender a montagem.
O planejamento é feito antes de fresar. Se a haste já consolidou um trajeto inadequado, a fonte orienta que frequentemente é mais simples retirá-la, colocar os Poller e preparar um novo caminho. Não confundir esses parafusos de orientação com apenas acrescentar bloqueios à haste mal reduzida.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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