Na placa de suporte (buttress) para fratura parcial articular vertical (tipo B), a placa é aplicada
- subcontornada, com o parafuso axilar junto ao ápice da fratura, no segmento estável.
- subcontornada, com o primeiro parafuso na extremidade distal da placa.
- sobrecontornada, com o parafuso axilar junto ao ápice da fratura, no segmento estável.
- sobrecontornada, com o primeiro parafuso na extremidade distal da placa.
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Conceito-chave
Suporte e antideslizante: parecidos, mas não iguais. O Rockwood (capítulo 12, Buttress and Antiglide Plating) reconhece que os termos são frequentemente confundidos ou usados como sinônimos, mas têm diferenças sutis.
Placa de suporte (buttress). Usada em fraturas parciais articulares verticais (OTA/AO tipo B) para produzir compressão:
- A placa é aplicada subcontornada, cruzando o ápice da fratura e encostando no osso nas margens proximal e distal.
- O chamado parafuso axilar é colocado no segmento estável, logo junto ao ápice da fratura, onde a placa não está encostando no osso.
- Ao apertar esse parafuso, a placa subcontornada é empurrada contra o osso, gerando compressão, e também impede a translação longitudinal (um efeito antideslizante).
- Parafusos de tração através da placa costumam reforçar a compressão.
Locais comuns: rádio distal, tíbia proximal (planalto) e tíbia distal (maléolo posterior). Produz estabilidade absoluta, com consolidação primária.
A Figura 12-15 mostra uma fratura posteromedial do planalto tibial: o cirurgião imagina onde colocaria o polegar para reduzir o fragmento e põe a placa ali; o parafuso mais crítico cria uma axila que captura o fragmento.
O capítulo 13 complementa. A placa de suporte é aplicada ao longo de um segmento metadiafisário para sustentar um segmento epifisário ou articular reduzido. Subcontornada, recebe parafusos apertados do segmento diafisário em direção ao metafisário; ao apertar, a placa se molda e forma um suporte anatômico que resiste à carga axial do fragmento articular. É muito usada no componente de cisalhamento (split) das fraturas do planalto tibial.
Placa antideslizante. Usada em fraturas de cisalhamento, em que a placa atua principalmente para impedir o encurtamento; costuma ser mais curta e depende de parafusos de tração para comprimir. Exemplo clássico: placas posteriores ou posterolaterais na fíbula distal (Figura 12-16).
Ligação com a prova. A banca perguntou (CET-PR) que, na fratura do platô posteromedial, a placa tem objetivo anticisalhamento.
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