Os parafusos de esponjosa, em relação aos parafusos corticais, apresentam
- passo menor e rosca mais rasa.
- passo menor e rosca mais profunda.
- passo maior e rosca mais rasa.
- passo maior e rosca mais profunda.
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Conceito-chave
A rosca conversa com o osso. A cortical diafisária é compacta e oferece uma camada relativamente fina e resistente para a rosca. O osso esponjoso metafisário é trabecular, poroso e ocupa volume maior. Por isso, no desenho clássico, o parafuso cortical usa passo menor e rosca mais rasa, enquanto o parafuso de esponjosa usa passo maior e rosca mais profunda. Passo é a distância entre voltas consecutivas; não é sinônimo de profundidade, que mede quanto a crista se projeta além da alma do parafuso.
Por que a esponjosa pede outra geometria. A rosca profunda alcança mais trabéculas e aumenta a área de osso que precisa cisalhar para o parafuso ser arrancado. O passo amplo deixa mais material entre as voltas sucessivas em um substrato menos denso. Em cortical compacta, rosca fina pode obter pega com menor remoção de osso e menor esforço de inserção. Essas são tendências de projeto, não uma garantia de fixação: densidade óssea, diâmetro, comprimento engajado, orifício piloto e técnica podem ser mais decisivos no caso concreto.
Não confundir com a função. Um parafuso cortical pode funcionar como parafuso de tração se o orifício próximo for deslizante e houver pega apenas no fragmento distante. Um parafuso esponjoso parcialmente rosqueado também pode comprimir por desenho. A pergunta, contudo, compara a geometria das roscas, não a finalidade de compressão.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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