Na inserção de parafusos em osso esponjoso de densidade habitual, o uso do macho (tap)
- aumenta a resistência ao arrancamento.
- não altera a resistência ao arrancamento.
- reduz a resistência ao arrancamento.
- é indispensável para evitar a quebra do parafuso.
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Conceito-chave
O que o macho remove. O macho, ou tap, pré-corta no osso uma rosca com o perfil do parafuso. Isso reduz o torque necessário para inseri-lo, algo útil quando o osso é muito denso ou o parafuso fino corre risco de quebrar. No osso esponjoso habitual, porém, os espaços entre trabéculas permitem que uma rosca autorrosqueante forme sua própria trilha sem grande resistência.
Por que pode perder pega. A resistência ao arrancamento depende de quanto osso permanece engajado pelas roscas. Ao entrar e sair, o macho retira material da parede do orifício; em um substrato poroso, amplia a trilha e reduz a área de osso capaz de resistir ao cisalhamento. No estudo experimental citado pela referência, realizado com espumas que simulavam propriedades do osso esponjoso, o pré-rosqueamento reduziu em média a força de arrancamento em 8%. Esse é um resultado de laboratório, não uma porcentagem clínica obrigatória.
A exceção ensina a regra. Em osso muito denso, ou quando o torque de inserção ameaça quebrar o implante ou girar o fragmento, pré-rosquear pode ser vantajoso. Desenho da rosca, tamanho da broca piloto, densidade óssea e localização também mudam a resposta. Assim, o enunciado especifica densidade habitual para afastar a situação em que o benefício de diminuir o atrito prevalece.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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