Na troca de haste para pseudartrose bem alinhada, aumenta-se o diâmetro da nova haste em
- 1 a 2 mm, com eficácia maior na tíbia do que no fêmur.
- 1 a 2 mm, com eficácia maior no fêmur do que na tíbia.
- 3 a 4 mm, com eficácia maior na tíbia do que no fêmur.
- 3 a 4 mm, com eficácia maior no fêmur do que na tíbia.
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Conceito-chave
A troca de haste busca corrigir a mecânica da pseudartrose. Em uma fratura diafisária bem alinhada, sem infecção, mas que não consolidou com haste intramedular, uma opção é retirar o implante, fresar novamente o canal e inserir uma haste maior. O aumento usual descrito é de 1 a 2 mm no diâmetro, acompanhado de revisão do bloqueio e da estabilidade do foco.
Por que o diâmetro ajuda. Uma haste mais grossa preenche melhor o canal e oferece maior resistência à flexão e à torção. A fresagem também pode estimular a biologia local, embora não substitua a correção de uma grande falha óssea, de deformidade ou de infecção. Não se deve escolher a troca isolada apenas por haver pseudartrose: é preciso diagnosticar a causa.
A resposta depende do osso. A técnica costuma apresentar resultados mais previsíveis na pseudartrose diafisária da tíbia; no fêmur, a eficácia é mais variável, especialmente se persistirem instabilidade ou lacuna. Outras estratégias, como placa de aumento, enxertia ou revisão da redução, podem ser necessárias conforme o padrão encontrado.
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