No gesso pendente da imagem a seguir, usado para fratura da diáfise do úmero, a gravidade restaura

- o comprimento, e encurtar a alça entre o pescoço e o antebraço produz valgo.
- o comprimento, e encurtar a alça entre o pescoço e o antebraço produz varo.
- a rotação, e encurtar a alça entre o pescoço e o antebraço produz valgo.
- a rotação, e encurtar a alça entre o pescoço e o antebraço produz varo.
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Conceito-chave
Por que o gesso é pendente. Na fratura da diáfise umeral, o peso do braço e do gesso pode exercer tração longitudinal enquanto o paciente permanece ereto. Essa ação ajuda a vencer o encurtamento causado pela contração muscular e a recuperar o comprimento. A figura mostra o gesso envolvendo braço e cotovelo e uma alça que sustenta o antebraço a partir do pescoço. A utilidade da gravidade depende de o braço poder pender; apoiar o cotovelo ou manter o paciente deitado elimina parte desse efeito.
Comprimento não é rotação. A força da gravidade atua predominantemente no eixo longo. Ela não orienta de modo confiável a rotação dos fragmentos, que deve ser avaliada clinicamente e nas imagens. O comprimento da alça modifica a posição do cotovelo e a direção das forças sobre o úmero. Na descrição clássica usada pela questão, encurtá-la aumenta a tendência a varo, angulação em que o segmento distal se aproxima da linha média.
Tratamento e vigilância. O gesso pendente é uma opção inicial para fraturas selecionadas; tala em U e órtese funcional são alternativas ou etapas subsequentes. A escolha depende de estabilidade, partes moles e tolerância do paciente. Tração excessiva também pode distrair o foco, portanto não basta ver o braço mais longo: é preciso conferir alinhamento, contato dos fragmentos, pele e função neurovascular em seguimento.
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