Na imobilização da imagem a seguir, que mantém a mão em posição de função, as interfalângicas ficam em

- extensão completa, porque nessa posição os ligamentos colaterais ficam relaxados.
- extensão completa, porque nessa posição os ligamentos colaterais ficam estirados ao máximo.
- flexão, porque nessa posição os ligamentos colaterais ficam relaxados.
- flexão, porque nessa posição os ligamentos colaterais ficam estirados ao máximo.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A figura mostra a mão imobilizada com os dedos estendidos. Na chamada posição segura ou intrínseco-mais, o punho fica em leve extensão, as metacarpofalângicas em flexão e as interfalângicas em extensão. A figura apresenta o suporte dos dedos nessa postura, usada para reduzir rigidez durante a imobilização quando a lesão permite essa posição.
Cada articulação é protegida por um motivo. A flexão metacarpofalângica mantém seus ligamentos colaterais alongados. Nas interfalângicas, sobretudo na proximal, a extensão ajuda a evitar encurtamento da placa volar e contratura em flexão. É por isso que deixar a mão imobilizada com metacarpofalângicas estendidas e interfalângicas fletidas favorece a conhecida postura de deformidade.
Leia a alternativa com a ressalva anatômica. A fonte que originou a questão associa a extensão interfalângica ao estiramento máximo dos ligamentos colaterais e, entre as opções oferecidas, essa é a descrição do gabarito. Descrições anatômicas mais detalhadas distinguem a função da placa volar e dos diferentes feixes colaterais; na prática, o ponto inequívoco é preservar a extensão interfalângica, sem forçar uma articulação lesionada para fora da posição segura específica daquela fratura.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo