A imagem a seguir (B) ilustra um dos princípios do tratamento de fraturas instáveis com gesso, que é

- a pressão hidrostática.
- a compressão interfragmentária.
- a fixação em três pontos.
- o efeito de banda de tensão.
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Conceito-chave
Redução não é manutenção. Depois de alinhar uma fratura, o gesso precisa resistir às forças que a fariam angular novamente. A moldagem em três pontos cria um momento contrário à deformidade: uma pressão próxima ao ápice da angulação e duas contraforças, uma proximal e outra distal. Não se trata de apertar todo o membro igualmente. Na figura, o painel A mostra a tíbia e a fíbula anguladas; no painel B, as três setas indicam forças alternadas que endireitam o eixo.
Apoio biológico e limites. Uma dobradiça de periósteo e partes moles preservadas ajuda a manter contato e oferece resistência do lado oposto à pressão central. A moldagem funciona pior quando há cominuição, perda dessa dobradiça ou encurtamento instável. Edema que regride pode afrouxar o gesso e permitir desvio secundário, por isso o alinhamento exige controle clínico e radiográfico. A pressão deve ser ampla e bem acolchoada, sem criar pontos de lesão cutânea.
Princípios que não são sinônimos. A contenção circunferencial de um gesso ou de uma órtese funcional também pode aproveitar a resistência das partes moles à compressão, frequentemente chamada de princípio hidráulico. Isso é diferente das três forças direcionadas desenhadas na figura. Compressão interfragmentária e banda de tensão pertencem sobretudo ao raciocínio da osteossíntese, não identificam as setas do gesso.
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