Na cicatrização intrínseca do tendão rompido, o reparo é dirigido por células do
- paratendão.
- epitendão.
- endotendão.
- músculo adjacente.
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Conceito-chave
Reparo intrínseco e extrínseco. Depois da ruptura, um tendão pode receber células do próprio tecido, processo chamado intrínseco, e células das estruturas ao redor, processo extrínseco. A primeira via contribui para unir os cotos com menor dependência de aderências externas; a segunda pode ajudar a preencher a falha, mas aderências à bainha prejudicam o deslizamento, especialmente nos flexores dos dedos.
As camadas explicam a escolha. O endotendão acompanha os fascículos dentro do tendão. O epitendão reveste sua superfície e contém células capazes de proliferar e migrar para a lesão. Estudos de rastreamento celular identificaram o epitendão como fonte importante de progenitores que participam tanto da regeneração quanto da fibrose peritendínea. O paratendão fica mais externamente e facilita o deslizamento; sua contribuição é classificada como extrínseca nesse contraste anatômico.
Uma fronteira que não é absoluta. Células do endotendão também conseguem produzir colágeno e atravessar uma falha em modelos experimentais sem epitendão. Por isso "dirigido pelo epitendão" resume a fonte destacada pela banca, não uma exclusividade celular. Na prática, a qualidade do reparo depende da aproximação dos cotos, da vascularização, da carga mecânica e do equilíbrio entre cicatrização e aderência.
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