O denosumabe e o romosozumabe são anticorpos monoclonais dirigidos, respectivamente, contra
- esclerostina e RANKL.
- RANKL e esclerostina.
- Dickkopf-1 e RANKL.
- RANKL e osteoprotegerina.
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Conceito-chave
Duas formas de interferir na remodelação óssea. O denosumabe e o romosozumabe são anticorpos monoclonais usados no tratamento da osteoporose, mas não têm o mesmo alvo. Para entender a ordem pedida no enunciado, separe a célula que reabsorve osso da via que estimula sua formação.
Denosumabe e RANKL. O RANKL liga-se ao receptor RANK em precursores da linhagem osteoclástica e favorece sua diferenciação e atividade. O denosumabe neutraliza o RANKL, reduzindo a formação e a função dos osteoclastos. É, portanto, um fármaco predominantemente antirreabsortivo. A osteoprotegerina é o receptor-isca natural que também se liga ao RANKL; não é o alvo do denosumabe.
Romosozumabe e esclerostina. A esclerostina, produzida principalmente pelos osteócitos, freia a sinalização Wnt e a atividade de formação óssea. O romosozumabe liga-se à esclerostina, retirando esse freio: aumenta a formação óssea e também reduz a reabsorção. Dickkopf-1 é outro inibidor da via Wnt, mas não é o alvo deste anticorpo. Lembrar o mecanismo evita decorar apenas uma sequência de nomes parecidos.
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