Na diáfise dos ossos longos, a rede vascular do periósteo responde por cerca de
- um décimo do suprimento sanguíneo cortical.
- um quarto do suprimento sanguíneo cortical.
- um terço do suprimento sanguíneo cortical.
- metade do suprimento sanguíneo cortical.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A cortical recebe sangue por duas faces. Na diáfise de um osso longo, os ramos da artéria nutrícia percorrem a medula e irrigam predominantemente a cortical de dentro para fora. Os vasos periosteais, alimentados também pelas partes moles ao redor, contribuem para a porção externa. A divisão clássica ensinada na osteossíntese atribui aproximadamente um terço do suprimento cortical ao periósteo e dois terços à circulação medular.
O número é uma aproximação anatômica. A proporção real varia conforme o osso, a região, a idade e o estado da circulação. Após trauma ou lesão medular, as anastomoses e o fluxo podem se reorganizar. Por isso, o terço é a resposta de referência para a cortical diafisária normal, não uma fração fixa em qualquer paciente.
A consequência cirúrgica é preservar biologia. O periósteo contém vasos e células capazes de participar da formação do calo. Descolá-lo extensamente de fragmentos já traumatizados pode comprometer a irrigação e a consolidação. Redução indireta e fixação em ponte procuram manter essas conexões quando a configuração da fratura permite.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo