No fixador externo monolateral do fêmur, como a musculatura impede aproximar a barra do osso, a rigidez do construto é otimizada com
- pinos de 4 mm.
- pinos de 6 mm.
- barra mais distante do osso.
- pinos agrupados junto ao foco da fratura.
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Conceito-chave
O pino vira uma pequena viga em balanço. No fixador monolateral, a porção do pino entre osso e barra flexiona sob carga. Quanto mais distante a barra, maior o comprimento livre e maior a deformação. Na face anteromedial da tíbia é possível aproximá-la bastante; no fêmur, a musculatura volumosa impõe uma distância maior. A questão pergunta como compensar essa limitação sem afastar ainda mais a barra.
Diâmetro tem efeito potente. A rigidez à flexão de um pino circular maciço cresce aproximadamente com a quarta potência de seu diâmetro, mantidos material e comprimento. Passar de 4 para 6 mm significa razão de 1,5 no diâmetro e cerca de 1,5⁴, ou cinco vezes, na rigidez da seção do pino isolado. Não se deve transferir automaticamente esse fator para a rigidez de todo o fixador, que também depende da interface pino-osso, do número e da disposição dos pinos e da barra.
Espalhar a fixação também ajuda. Em cada fragmento, um pino perto do foco e outro mais afastado aumentam a alavanca para resistir à flexão. Agrupar ambos junto à fratura encurta essa base de apoio. O Rockwood recomenda pinos de 6 mm no fêmur justamente porque a barra não pode ser levada tão perto do osso, e associa esse recurso ao bom espaçamento dos pontos de fixação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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