No Método descrito por Ponseti, deve-se iniciar corrigindo o:
- Cavo, seguido do equino, da varo e por último da adução
- Adução, equino, seguido do varo e por último do cavo
- Cavo, seguido da adução, do varo e por último do equino
- Varo, seguido da adução, cavo e por último do equino. Área livre PROVA APLICADA
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Conceito-chave
As quatro deformidades precisam ser reconhecidas antes da manipulação. No pé torto congênito, cavo é o arco medial exagerado, adução é o desvio medial do antepé, varo é a inversão do retropé e equino é a flexão plantar do tornozelo. A sigla CAVE ajuda a lembrar os componentes, mas não significa quatro manobras completamente separadas: no método de Ponseti, a correção do cavo começa primeiro; adução e varo são corrigidos em conjunto pela abdução progressiva do pé; o equino fica por último.
A sequência segue a mecânica do retropé. O cavo inicial decorre da posição do antepé em relação ao retropé. Elevar o primeiro raio alinha os dois segmentos e permite iniciar a abdução sem pronar o antepé. O profissional estabiliza a cabeça do tálus lateralmente e abduz o pé sob ela; o calcâneo se move junto com o restante do pé, permitindo que o varo se corrija. Segurar o calcâneo ou empurrar sobre a articulação calcaneocuboidea bloqueia esse movimento. A orientação é alinhar o antepé, não forçar uma supinação global cada vez maior.
Dorsiflexão precoce cria uma falsa correção. Antes de liberar a adução e o varo, o calcâneo ainda está preso em equino. Forçar a ponta do pé para cima pode dobrar o mediopé em vez de dorsifletir o tornozelo, produzindo a deformidade em mata-borrão. Depois de corrigidos cavo, adução e varo, a limitação restante em equino frequentemente exige tenotomia percutânea do tendão calcâneo, seguida de gesso e órtese de abdução para manter o resultado.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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