A técnica de instrumentação posterior das massas laterais foi descrita inicialmente por:


- Magerl
- An
- Roy-Camille
- Smith-Robinson Área livre PROVA APLICADA
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Conceito-chave
O que é uma massa lateral cervical. Entre C3 e C6, o bloco ósseo posterior entre as facetas articulares superior e inferior pode receber parafusos conectados por placas ou hastes. A fixação estabiliza segmentos cervicais quando a anatomia e a indicação permitem. Como raízes nervosas e artéria vertebral ficam próximas ao trajeto, ponto de entrada, direção e comprimento precisam ser planejados de acordo com o nível e a técnica utilizada.
O pioneirismo pedido é o da fixação posterior com parafusos de massa lateral. Roy-Camille introduziu esse conceito com placas e parafusos. No método clássico, o ponto de entrada fica próximo ao centro da massa lateral, com trajetória discretamente lateral. Magerl e An descrevem trajetórias posteriores diferentes, com alterações de entrada e angulação para buscar compra óssea e segurança. Não existe um número de graus que substitua o conhecimento da anatomia individual; estudos cadavéricos mostram que o trajeto seguro e a proximidade da raiz variam conforme o nível.
Via cirúrgica e alvo ósseo não são sinônimos. Smith e Robinson pertencem à história da abordagem anterior da coluna cervical e da artrodese intersomática após tratamento do disco. Nessa operação o cirurgião chega pela frente do pescoço; não coloca os parafusos posteriores de massa lateral perguntados aqui. As figuras anexadas, uma anterior cervical e outra neuroanatômica, não representam nenhuma das trajetórias de massa lateral e por isso não esclarecem o epônimo.
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