O ângulo de escorregamento que é a ferramenta mais útil para determinar o risco de progressão da doença em esqueletos imaturos varia, em pessoas normais, de:
- 0 a 10 graus
- 0 a 55 graus
- 0 a -10 graus
- 30 a 55 graus
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Conceito-chave
O ângulo descreve a forma da junção lombossacra. Na espondilolistese de L5, não basta medir quanto a vértebra deslizou à frente de S1. O ângulo de escorregamento, também chamado de cifose lombossacra ou ângulo de Boxall, acompanha a rotação de L5 em relação ao sacro e ajuda a reconhecer uma deformidade com tendência à progressão no paciente ainda em crescimento.
O sinal do ângulo importa. Pela convenção usada na pergunta, uma junção normalmente lordótica tem valor próximo de zero ou discretamente negativo, em torno de 0 a -10 graus. À medida que L5 se inclina para uma configuração cifótica sobre o sacro, o valor se torna positivo. O método exato de traçar as linhas e a convenção de sinal precisam ser conhecidos antes de comparar medidas de fontes diferentes.
Risco não é um único número. O ângulo acrescenta informação à porcentagem de deslizamento de Meyerding, mas a avaliação também considera imaturidade esquelética, displasia de L5 e S1, grau do escorregamento, equilíbrio sagital e evolução em radiografias seriadas. Um valor isolado não determina sozinho tratamento ou prognóstico.
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