Na osteomielite hematogênica aguda, a velocidade de hemossedimentação em comparação com a proteína C reativa
- é mais específica.
- é menos sensível.
- normaliza-se mais precocemente com o tratamento.
- tem os seus valores elevados mais precocemente.
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Conceito-chave
Dois marcadores, relógios diferentes. A proteína C reativa, ou PCR, é uma proteína de fase aguda produzida pelo fígado em resposta à inflamação. O VHS mede a velocidade de sedimentação das hemácias e depende, entre outros fatores, da concentração de fibrinogênio. Nenhum dos dois identifica o agente da osteomielite ou confirma sozinho a infecção óssea.
Na osteomielite hematogênica aguda, ambos podem se elevar. A PCR é útil para acompanhar a resposta nas primeiras semanas porque costuma cair relativamente rápido quando antibióticos e controle do foco funcionam. O VHS persiste elevado por mais tempo e pode levar cerca de três a quatro semanas para normalizar mesmo em casos pediátricos sem complicações. A diretriz PIDS/IDSA ressalta que a PCR também tem desempenho diagnóstico variável, de modo que um resultado normal não afasta a doença se a suspeita clínica for forte.
Sensibilidade não é uma propriedade fixa do exame. Ela muda conforme o estágio da infecção e o valor escolhido para chamar o teste de positivo. Por isso, a comparação categórica exigida pela alternativa B deve ser lida como convenção da fonte antiga da questão. Na prática, história, exame físico, hemoculturas e, quando necessário, ressonância ou amostra microbiológica definem a investigação; a tendência seriada do marcador só ganha sentido junto com a evolução clínica.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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