Na osteomielite hematogênica aguda, o aumento da taxa de proteína C-reativa relaciona-se principalmente com a ação de
- interleucina-6.
- proteína monocitária quimiotática.
- interferon-gama.
- fator de necrose tumoral.
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Conceito-chave
Da infecção ao exame de sangue. Na osteomielite aguda, células imunes reconhecem o microrganismo e liberam mediadores inflamatórios. A interleucina-6 chega ao fígado e estimula hepatócitos a sintetizar proteínas de fase aguda, entre elas a proteína C reativa. Assim, a PCR elevada reflete a resposta sistêmica do hospedeiro, não a presença direta de bactérias no sangue.
Por que a IL-6 é a melhor opção. Em experimentos com hepatócitos humanos, ela induziu a produção de RNA mensageiro e de proteína C reativa. Outros mediadores, como IL-1 e fator de necrose tumoral, podem participar da rede inflamatória e amplificar respostas, mas a IL-6 é o principal sinal entre as alternativas para a síntese hepática da PCR. Não confunda esse caminho com a quimiotaxia de monócitos ou com a ativação imune mediada por interferon-gama.
Aplicação clínica. A PCR costuma variar mais rapidamente que o VHS quando a inflamação melhora, motivo para acompanhar sua tendência após o tratamento. Ela continua inespecífica: cirurgia recente, outros focos infecciosos e doenças inflamatórias também podem elevá-la. Uma PCR isolada não substitui avaliação clínica, cultura e busca de abscesso quando houver suspeita de controle inadequado do foco.
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