Paciente do sexo masculino, 32 anos de idade, apresenta pseudartrose asséptica do terço médio da tíbia, rígida e sem deformidade, em decorrência de fratura fechada tratada de forma conservadora. Segundo a classificação de Paley, trata-se de uma pseudartrose do tipo
- A1.
- A21.
- A22.
- B1.
- B21.
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Conceito-chave
A classificação de Paley para a pseudartrose da tíbia (fratura que não consolidou) orienta o tratamento pelo método de Ilizarov. Ela se baseia em duas perguntas: quanto osso foi perdido, e como está o foco.
Tipo A: perda óssea menor que 1 cm.
A1: pseudartrose móvel (frouxa), em que as pontas se mexem uma em relação à outra.
A2: pseudartrose rígida, em que as pontas não se mexem ao exame. Ela se subdivide em:
A2-1 (escrita "A21" na questão): rígida, sem deformidade.
A2-2: rígida, com deformidade.
Tipo B: perda óssea maior que 1 cm, com subtipos conforme haja defeito ósseo, encurtamento ou ambos.
No caso, a pseudartrose é asséptica (sem infecção), rígida, sem deformidade e sem perda óssea. Portanto, é A2-1. A notação exata pode variar entre fontes, por isso a questão tem um aviso.
A classificação importa porque muda o tratamento. A pseudartrose rígida pode ser tratada afastando lentamente as pontas (distração), o que estimula o tecido do foco a virar osso. A móvel costuma ser tratada com compressão. E quando há perda óssea, entram técnicas como o transporte ósseo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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