Com relação à infecção após osteossíntese de fraturas em adultos, é critério confirmatório:
- Elevação dos marcadores inflamatórios (VHS, PCR e leucócitos).
- Identificação de patógeno em uma cultura de tecido peri-implante.
- Osteólise em torno dos parafusos, com soltura do material de síntese.
- Identificação de 5 ou mais polimorfonucleares em estudo histopatológico.
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Conceito-chave
Um consenso internacional definiu critérios para diagnosticar a infecção relacionada a fratura (por exemplo, depois de uma osteossíntese), dividindo-os em confirmatórios e sugestivos.
Confirmatórios (um só fecha o diagnóstico):
Fístula ou abertura da ferida que se comunica com o osso ou o implante.
Saída de pus pela ferida ou pus encontrado na cirurgia.
O mesmo micro-organismo em duas ou mais culturas de tecido profundo.
Histopatologia (exame do tecido ao microscópio) mostrando 5 ou mais polimorfonucleares (neutrófilos) por campo de grande aumento, ou micro-organismos visíveis.
Sugestivos (levantam suspeita):
Sinais locais e febre.
Drenagem persistente que não é pus.
Marcadores inflamatórios elevados no sangue.
Uma única cultura positiva, que pode ser contaminação.
Alterações na radiografia, como osteólise ao redor dos parafusos, afrouxamento do material ou fratura que não consolida.
Por que a histologia confirma e a osteólise apenas sugere? Neutrófilos em grande número no tecido profundo indicam infecção ativa. Já a osteólise e o afrouxamento também acontecem quando o implante falha sem infecção, por excesso de movimento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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