Na avaliação radiográfica da consolidação óssea por estabilidade relativa, durante a transição da fase de cicatrização para a de remodelação, o calo periosteal apresenta-se:
- Estável.
- Ausente.
- Diminuído.
- Aumentado.
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Conceito-chave
Quando uma fratura é tratada com estabilidade relativa (haste intramedular, placa em ponte, gesso), ela consolida formando calo. Na radiografia, o calo periosteal, que se forma por fora do osso, ao redor do foco, passa por fases:
Fase de reparo. O calo cresce, formando um volume em forma de fuso que envolve o foco da fratura e une os fragmentos. Quanto mais movimento houver no foco, maior tende a ser o calo.
Transição para a remodelação. Quando o traço da fratura já está unido, o calo que sobra deixa de ser necessário e começa a ser reabsorvido. Na radiografia, ele aparece diminuindo e ficando mais organizado.
Remodelação. Ao longo de meses a anos, o osso se reorganiza de acordo com a carga que recebe (lei de Wolff), e o contorno vai voltando ao normal.
Na prática, a radiografia ajuda a acompanhar a consolidação. Um critério muito usado é a presença de ponte de calo em pelo menos três das quatro corticais vistas nas radiografias de frente e de perfil. E um calo que cresce por meses sem formar ponte sugere movimento demais no foco, com risco de pseudartrose hipertrófica.
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