Na desarticulação do ombro, após separar o úmero da escápula, o flap do deltoide deve ser suturado:
- No tendão conjunto.
- No processo coracoide.
- No tubérculo supraglenoidal.
- Inferior à cavidade glenoide.
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Conceito-chave
Na desarticulação do ombro, o braço é retirado na articulação, separando a cabeça do úmero da glenoide (a cavidade da escápula onde ela se encaixava). Sem o úmero, sobra um vazio no lugar do ombro, e a glenoide fica logo abaixo da pele.
Uma glenoide sem cobertura é dolorosa, machuca com facilidade e torna muito difícil encaixar uma prótese. Por isso, o retalho do deltoide é tão importante. O cirurgião preserva o músculo deltoide, rebate-o de fora para dentro sobre a glenoide e o sutura abaixo da cavidade glenoide, preenchendo o espaço deixado pelo úmero e acolchoando a região. Os outros músculos cortados também são suturados ao redor da glenoide.
Outros cuidados ajudam a preservar o contorno do ombro e o apoio da prótese:
Manter a escápula e a clavícula sempre que possível.
Quando dá, preservar a cabeça do úmero, fazendo a amputação no colo do úmero em vez de desarticular. Isso dá um contorno de ombro muito melhor.
As outras estruturas citadas não servem de ancoragem para o retalho: o tendão conjunto é cortado na cirurgia, o processo coracoide fica na frente e em cima, e o tubérculo supraglenoidal fica acima da glenoide, onde nasce a cabeça longa do bíceps.
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