Em uma sequência de imagens de ressonância magnética ponderadas em T1, os sinais obtidos de músculo, cartilagem e tendão normais são, respectivamente:
- Hipossinal, hipossinal e intermediário.
- Intermediário, hipersinal e hipossinal.
- Hipossinal, intermediário e intermediário.
- Intermediário, intermediário e hipossinal.
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Conceito-chave
Na ressonância magnética, cada tecido aparece com um tom diferente. Na ponderação T1, o que mais brilha é a gordura. Uma forma de pensar é numa escala de cinzas:
Gordura e medula óssea amarela: hipersinal, brancas e brilhantes.
Músculo: sinal intermediário, cinza.
Cartilagem hialina (a que reveste as articulações): também intermediária.
Tendões, ligamentos, meniscos, osso cortical, ar e fibrose: hipossinal, pretos. Eles são feitos de colágeno muito organizado e quase não têm água livre, por isso não emitem sinal.
Líquido: escuro em T1 e claro em T2.
Uma regra prática: o tendão normal é preto em quase todas as sequências. Quando ele aparece com sinal claro por dentro, é sinal de lesão ou degeneração.
Existe uma armadilha técnica chamada ângulo mágico: quando o tendão fica inclinado em cerca de 55 graus em relação ao campo magnético do aparelho, ele pode aparecer mais claro em algumas sequências (como o T1), simulando uma lesão que não existe. Isso acontece, por exemplo, em tendões que fazem curva, como os do tornozelo e do ombro.
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