A redução anatômica com estabilidade absoluta é mais bem indicada na fratura classificada pela AO como do tipo
- 31 A 1.
- 31 A 3.
- 32 B 1.
- 33 C 1.
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Conceito-chave
A escolha entre estabilidade absoluta e estabilidade relativa depende de onde está a fratura.
Nas fraturas que entram na superfície articular, a regra é redução anatômica e estabilidade absoluta. A cartilagem não se remodela, e qualquer degrau deixado na superfície concentra carga e leva à artrose.
Nas fraturas da diáfise, basta uma redução funcional (restaurar comprimento, eixo e rotação), com estabilidade relativa, como a haste intramedular, que consolida com calo.
Para resolver a questão, é preciso saber ler o código AO/OTA das fraturas:
O primeiro número indica o osso: 3 é o fêmur, 4 é a tíbia.
O segundo número indica o segmento: 1 é a parte de cima (proximal), 2 é a diáfise, 3 é a parte de baixo (distal).
Nos segmentos das pontas (proximal e distal), a letra indica se a fratura entra na articulação: A é extra-articular, B é articular parcial e C é articular completa.
Na diáfise, as letras têm outro significado: A é simples, B é em cunha e C é multifragmentar.
Aplicando: 33-C1 é uma fratura articular completa do fêmur distal, que precisa de redução anatômica e estabilidade absoluta. As 31-A1 e 31-A3 são fraturas trocantéricas, fora da articulação. A 32-B1 é uma fratura da diáfise do fêmur em cunha, tratada com estabilidade relativa.
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