A distrofia simpático-reflexa (síndrome dolorosa complexa regional) ocorre com maior incidência no uso continuado de
- opioide.
- barbitúrico.
- benzodiazepínico.
- antidepressivo tricíclico.
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Conceito-chave
A síndrome dolorosa regional complexa, antes chamada de distrofia simpático-reflexa, é uma condição em que o paciente tem dor desproporcional ao machucado, junto com alterações de cor, temperatura e suor da pele, inchaço, alterações de pelos e unhas e rigidez. Essas alterações não seguem o território de um nervo específico.
O gatilho mais comum é um trauma ou uma cirurgia, e a fratura do punho (rádio distal) é a situação mais frequente. Outros fatores de risco são imobilização prolongada, gesso apertado, dor intensa mal controlada e sexo feminino.
Quanto à associação com remédios, o gabarito oficial aponta o uso continuado de opioide. Os textos clássicos, porém, descrevem a associação com barbitúricos (como o fenobarbital), dentro da chamada síndrome ombro-mão. Por isso a questão tem um aviso.
Dois pontos práticos importantes sobre a síndrome:
A vitamina C, tomada diariamente por algumas semanas após uma fratura do punho, foi estudada para prevenir a síndrome.
O diagnóstico é feito pelos critérios de Budapeste, que reúnem sintomas e sinais sensoriais, de cor e temperatura, de suor e inchaço, e motores e tróficos.
Os antidepressivos tricíclicos são usados no tratamento da dor neuropática, e não como causa da síndrome.
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