A técnica de amputação do membro inferior demonstrada na imagem a seguir foi descrita por

- BOYD.
- SYME.
- WAGNER.
- SARMIENTO.
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Conceito-chave
O detalhe anatômico é o calcâneo que permanece. Na ilustração, o tálus é retirado e a superfície superior do calcâneo é preparada. A seta vermelha indica seu deslocamento para a frente, até ficar sob a extremidade distal da tíbia. A união óssea pretendida é tibiocalcânea. Ao contrário de uma desarticulação que usa apenas a pele do calcanhar para cobrir o coto, essa técnica preserva parte do calcâneo ligada ao coxim plantar: é a amputação de Boyd.
Por que preservar esse osso? O coxim do calcanhar é a pele espessa e o tecido adiposo especializados em suportar carga. Na Boyd, a ligação do coxim ao calcâneo tende a oferecer uma superfície terminal estável depois de consolidada a artrodese. Na Syme, o tálus e o calcâneo saem, e o coxim é fixado diretamente à tíbia distal; a migração do coxim é uma complicação possível, não inevitável. A Boyd também exige uma união óssea que pode falhar e produz um coto com formato próprio, cuja adaptação protética precisa ser planejada.
Como distinguir níveis parecidos. A Syme preserva o coxim, mas não o calcâneo. Procedimentos do grupo de Pirogoff mantêm um fragmento calcâneo osteotomizado e o unem à tíbia; em várias modificações, há rotação do fragmento. Na Boyd ilustrada, o desenho enfatiza o avanço do calcâneo sob a tíbia, sem esse giro do fragmento. Essas técnicas buscam apoio terminal, mas não têm a mesma osteotomia nem a mesma anatomia residual.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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