O sobrecrescimento do coto de amputação em crianças é mais comum
- no fêmur.
- no úmero.
- na fíbula.
- na tíbia.
- no rádio.
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Conceito-chave
Na criança amputada, existe uma complicação que não acontece no adulto: o sobrecrescimento terminal do coto. Quando o osso é cortado no meio da diáfise (amputação transdiafisária), a ponta cortada continua formando osso novo por fora, por aposição, como uma espícula pontuda. Esse crescimento não vem da placa de crescimento. Com o tempo, a ponta cresce mais que a pele e os músculos ao redor e pode furar a pele por dentro, causando dor, bursite e feridas.
O osso mais acometido é o úmero, seguido da fíbula, da tíbia e do fêmur. A complicação não acontece nas desarticulações, em que o osso não é cortado.
O tratamento segue uma lógica importante:
A epifisiodese (fechar a placa de crescimento) não resolve, porque o crescimento não vem dali.
Apenas cortar a ponta costuma levar à recidiva.
O que funciona é capear a ponta com um enxerto de osso com cartilagem (osteocondral), retirado, por exemplo, da própria parte amputada ou de outro local. A cartilagem fecha a ponta e impede que o osso continue crescendo.
Por isso, na criança, sempre que possível, prefere-se desarticular em vez de cortar o osso no meio.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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