No diagnóstico de infecção periprotética, é critério menor segundo a Musculoskeletal Infection Society (MSIS) a contagem de leucócitos sinovial
- > 1.100 céls/uL para joelho e > 2.000 céls/uL para quadril.
- > 1.100 céls/uL para joelho e > 3.000 céls/uL para quadril.
- > 2.100 céls/uL para joelho e > 3.000 céls/uL para quadril.
- > 2.100 céls/uL para joelho e > 2.000 céls/uL para quadril.
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Conceito-chave
Na articulação natural com infecção bacteriana, a contagem de leucócitos no líquido costuma passar de 50.000 por µL. Numa prótese, o líquido se comporta de forma diferente, e os limites que sugerem infecção são muito mais baixos. Um líquido com poucas células a mais do que o esperado já pode indicar infecção ao redor da prótese.
Para a infecção crônica (que aparece semanas ou meses depois da cirurgia), os valores adotados pela fonte da questão, segundo os critérios da MSIS (Musculoskeletal Infection Society), são:
Joelho: mais de 1.100 leucócitos por µL, com predomínio de neutrófilos.
Quadril: mais de 3.000 leucócitos por µL, com predomínio de neutrófilos.
Esse é um dos critérios menores. Os consensos mais recentes usam valores próximos e passaram a somar pontos de vários critérios.
No pós-operatório recente, os limites são bem mais altos, porque a própria cirurgia aumenta a contagem de células no líquido.
Além da contagem, outros testes do líquido ajudam no diagnóstico: a porcentagem de neutrófilos, a fita de esterase leucocitária, a alfa-defensina e a cultura.
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