Na não consolidação dos ossos longos, a que determina o menor escore de qualidade de vida é a localizada no
- úmero.
- antebraço.
- fêmur.
- tíbia.
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Conceito-chave
A pseudartrose (não consolidação) de um osso longo tem um impacto grande na vida do paciente. Estudos que mediram a qualidade de vida dessas pessoas, com questionários padronizados, mostraram escores comparáveis aos de doenças crônicas graves: dor persistente, limitação de movimentos, afastamento do trabalho e múltiplas cirurgias.
Esta questão cobra o resultado de uma comparação específica entre os ossos. Nela, a pseudartrose do antebraço teve o menor escore de qualidade de vida.
Uma explicação razoável está na função do antebraço. Ele é formado por dois ossos, o rádio e a ulna, que trabalham juntos para girar a mão (pronação e supinação, o movimento de virar a palma para baixo e para cima). Uma pseudartrose de um deles compromete esse giro, o posicionamento da mão no espaço e, com isso, quase todas as atividades do dia a dia, como comer, se vestir, escrever e trabalhar.
Vale entender a questão como o resultado daquele estudo, e não como regra absoluta. O fêmur e a tíbia, por exemplo, comprometem a marcha e o apoio do peso, e aparecem com impacto muito grande em outros estudos. Por isso a questão tem um aviso.
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