Na síndrome da dor complexa regional, estágio I, encontramos
- edema e hiperemia
- fibrose e rigidez
- osteopenia e vasoespasmo
- cianose e palidez
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Conceito-chave
A síndrome dolorosa regional complexa é uma complicação que pode surgir depois de uma fratura, cirurgia ou trauma, com dor desproporcional ao machucado e alterações da circulação, do suor e da pele. Ela é classicamente descrita em três estágios:
Estágio I, agudo (primeiros meses): além da dor desproporcional, há edema (inchaço) mole e hiperemia, com a pele quente e avermelhada, porque os vasos estão dilatados. O suor aumenta, e pelos e unhas podem crescer mais rápido.
Estágio II, distrófico: os vasos passam a se contrair. A pele fica fria, arroxeada (cianótica) e úmida, o inchaço endurece, e começam a rigidez e a atrofia.
Estágio III, atrófico: a pele fica fina, seca, brilhante e pálida, aparecem contraturas fixas, e o osso fica rarefeito na radiografia (osteopenia).
Hoje, o diagnóstico é feito pelos critérios de Budapeste, que reúnem sinais sensoriais, de cor e temperatura, de suor e inchaço, e motores e tróficos. Os estágios continuam úteis para estudar e para entender a evolução.
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