Na correção da deformidade angular da extremidade proximal da tíbia pela técnica de hemicalotase com fixador externo, proposta por TURI, o alongamento é iniciado no
- 3º dia de pós-operatório com uma taxa de 0,25 mm quatro vezes por dia.
- 7º dia de pós-operatório com uma taxa de 0,25 mm quatro vezes por dia.
- 3º dia de pós-operatório com uma taxa de 0,50 mm quatro vezes por dia.
- 7º dia de pós-operatório com uma taxa de 0,50 mm quatro vezes por dia.
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Conceito-chave
A hemicalotase é uma técnica para corrigir um osso torto alongando só um lado dele. O cirurgião faz uma osteotomia incompleta (um corte que não atravessa o osso inteiro). Um fixador externo vai afastando aos poucos as bordas do corte do lado côncavo (o lado "fechado" da curva), enquanto a cortical do outro lado, que não foi cortada, funciona como dobradiça. Aos poucos, o osso vai se endireitando.
Essa técnica segue os princípios do alongamento ósseo de Ilizarov, em que o calo que se forma num corte de osso pode ser "esticado" lentamente, e o osso novo vai preenchendo o espaço. Três fases:
Latência. Depois do corte, espera-se cerca de 7 dias antes de começar a afastar. Nesse período forma-se um calo mole, que vai ser esticado.
Distração. O afastamento é feito na taxa de cerca de 1 mm por dia, dividido em quatro vezes de 0,25 mm. Dividir em pequenas etapas ajuda o osso novo a acompanhar.
Consolidação. Depois de corrigir, o fixador fica até o osso novo endurecer, uma fase que costuma durar mais que a própria distração.
Os erros clássicos: começar cedo demais rompe o calo; afastar rápido demais forma um osso novo fino e fraco; afastar devagar demais deixa o osso consolidar antes da hora, travando a correção.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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