São vantagens das placas bloqueadas em relação às placas convencionais, a preservação do fluxo sanguíneo
- endosteal e a resistência ao deslocamento da placa.
- periosteal e a resistência ao deslocamento da placa.
- endosteal e a resistência ao deslocamento do parafuso.
- periosteal e a resistência ao deslocamento do parafuso.
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Conceito-chave
A placa convencional funciona pelo atrito. Os parafusos apertam a placa contra o osso, e é esse atrito entre placa e osso que segura a fratura. Isso tem dois custos. Primeiro, a placa esmaga o periósteo que fica embaixo dela, prejudicando o sangue que chega ao osso por fora. Segundo, cada parafuso trabalha sozinho: em osso fraco, eles podem se soltar um a um.
Na placa bloqueada, a cabeça do parafuso tem rosca e se trava no orifício da placa, que também tem rosca. Placa e parafusos formam uma peça única, de ângulo fixo. Isso muda a mecânica:
A placa não precisa encostar no osso. Ela funciona como um "fixador externo colocado por dentro". Por isso, preserva o fluxo sanguíneo periosteal.
Os parafusos não se soltam individualmente. Como estão travados na placa, para a montagem falhar, todos teriam que se soltar ao mesmo tempo. Isso dá resistência ao arrancamento do parafuso.
A placa bloqueada é especialmente útil em osso osteoporótico, em fraturas perto da articulação com fragmento curto e nas técnicas em ponte por pequenas incisões.
Um cuidado: uma montagem bloqueada muito rígida pode atrapalhar a consolidação em fraturas cominutivas. Espaçar os parafusos deixa a placa trabalhar com alguma flexibilidade.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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