O enxerto ósseo homólogo tem como principal propriedade a:
- osteogênese
- osteoindução
- osteocondução
- osteorregulação
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Conceito-chave
O enxerto ósseo homólogo, também chamado de aloenxerto, é osso retirado de um doador, geralmente de banco de ossos. Antes de ser usado, ele passa por um processamento (congelamento, liofilização, irradiação) para reduzir o risco de transmitir doenças e de rejeição. Esse processamento muda as propriedades do osso.
Um enxerto pode ajudar a formar osso de três formas:
Osteogênese: trazer células vivas que formam osso. O processamento mata as células, então o aloenxerto não tem essa propriedade.
Osteoindução: trazer sinais (como as BMPs, proteínas morfogenéticas ósseas) que fazem as células do paciente virar células formadoras de osso. O processamento reduz muito esses sinais; no aloenxerto comum, a osteoindução é pequena e variável.
Osteocondução: servir de andaime, uma estrutura por onde os vasos e as células do paciente crescem e depositam osso novo. A arquitetura mineral do osso é mantida, então essa é a principal propriedade do aloenxerto.
Uma exceção: a matriz óssea desmineralizada, um tipo de aloenxerto em que se retira o mineral, preserva parte das proteínas indutoras e tem osteoindução relevante.
O enxerto do próprio paciente (autólogo) é o único que tem as três propriedades. O aloenxerto, por sua vez, incorpora mais devagar e, quando é um bloco grande, pode fraturar ou não consolidar com o osso do paciente.
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