Na haste intramedular, o bloqueio com dois parafusos nas regiões proximal e distal, na fratura multifragmentar da diáfise do fêmur é indicado para controlar o desvio:
- angular e a translação
- angular e o encurtamento
- rotacional e a translação
- rotacional e o encurtamento
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Conceito-chave
Na fratura multifragmentária, o foco não fornece um encaixe cortical confiável para manter comprimento e rotação. Os bloqueios proximal e distal prendem os segmentos à haste e controlam rotação e encurtamento, alternativa D.
No istmo, o ajuste da haste ao canal ajuda a conter o alinhamento. Fora dele e nas fraturas cominutivas, aumenta a dependência dos bloqueios e do planejamento. O resumo lembra que a cominuição ameaçava justamente comprimento e rotação antes de o bloqueio estático se tornar rotina (Rockwood, 10ª ed., cap. 57, “Classificação” e “Bloqueio”).
Os parafusos não recuperam uma redução que não foi feita. Comprimento e rotação devem ser acertados antes de bloquear. Na cominuição, o lado contralateral é a referência para medir; seguir apenas as corticais do foco pode deixar o membro curto ou rodado.
A quantidade de parafusos depende da montagem e do padrão; o segundo é útil em fraturas distais, cominuição, osso ruim e carga precoce. A questão pede o controle acrescentado pelo bloqueio, não todos os objetivos da haste como sistema.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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