Na investigação da pseudoartrose, a cintilografia com uma fenda fria entre duas áreas quentes de captação corresponde ao tipo:
- sinovial
- atrófico
- oligotrófico
- hipertrófico
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Conceito-chave
Uma pseudartrose é uma fratura que não consolidou. Para tratá-la, é preciso entender por que ela não consolidou, e a cintilografia óssea ajuda. Nesse exame, injeta-se uma substância radioativa que se acumula onde o osso está ativo, com metabolismo e circulação. As áreas que captam muito aparecem "quentes"; as que captam pouco, "frias".
Pseudartrose hipertrófica: as pontas do osso estão cheias de vida, formam muito calo, mas não se unem porque há movimento demais. Na cintilografia, captação intensa e contínua. Falta estabilidade, não biologia.
Pseudartrose atrófica: as pontas estão sem vida, sem calo. Capta pouco. Falta biologia.
Pseudartrose oligotrófica: um meio-termo, com captação intermediária.
Pseudartrose sinovial: entre as duas pontas do osso formou-se uma falsa articulação, uma cavidade revestida por uma membrana parecida com a sinovial e cheia de líquido. Na cintilografia, as duas pontas captam (áreas quentes), mas a cavidade no meio, sem vasos, não capta. O resultado é uma fenda fria entre duas áreas quentes.
Isso muda a cirurgia: só estabilizar não basta. É preciso retirar a falsa articulação, abrir o canal das pontas do osso, avivar as superfícies, estabilizar e, em geral, colocar enxerto.
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